Publicado por Todos contra essa violência! | 05 Mar 2010 - 10:31 | 0 Comentários comentários
DIGA NÃO AO BULLYING

Princesa do Japão reclama de bullying e deixa de ir à escola

A princesa Aiko, do Japão, em foto de 17 de outubro de 2009 durante competição na escola Gakushuin, em Tóquio. (Foto: AP) A princesa Aiko, de 8 anos, filha única do herdeiro do trono do Japão, Naruhito, deixou de ir à escola após ter sido vítima de "bullying" (assédio moral) por um grupo de colegas, informou nesta sexta-feira (5) a Casa Imperial em um comunicado.

A princesa, que estuda na renomada escola Gakushuin, em Tóquio, se queixou de dor de estômago e ansiedade, e desde terça-feira passada não foi às aulas, segundo um porta-voz citado pela agência Kyodo. Aparentemente, um grupo de meninos da escola intimidou vários colegas, entre eles a princesa Aiko, o que levou o Palácio Imperial a pedir à direção do colégio que resolva o problema.

A princesa é a filha única de Naruhito e de sua esposa, a princesa Masako, que sofre há anos de depressão induzida pelo estresse. Ela é conhecida no país como "a princesa triste".
Publicado por Todos contra essa violência! | 10 Fev 2010 - 10:00 | 0 Comentários comentários
DIGA NÃO AO BULLYING

Cyberbullying preocupa 16% dos internautas jovens no Brasil, diz pesquisa

. A prática do cyberbullying, ou intimidação virtual, representa um dos maiores riscos da internet para 16% dos jovens brasileiros conectados à rede. Isso é o que mostra uma pesquisa realizada em fevereiro de 2010 pela Safernet, ONG de defesa dos direitos humanos na internet, envolvendo 2.160 internautas do país com idades entre 10 e 17 anos.

Esse mesmo estudo indica que 38% dos jovens reconhecem ter um amigo que já foi vítima de cyberbullying – quando sofrem atitudes agressivas, intencionais e repetitivas no universo virtual, vindas de uma pessoa ou de um grupo. Os números mostram, no entanto, que apenas 7% dos entrevistados já ouviram o desabafo de seus amigos sobre a vivência de situações de agressão e humilhação na internet.

Uma pesquisa global, da empresa de segurança Trend Micro, indica que um terço dos jovens ativos na internet já passou por situações semelhantes. Também por conta dessa prática agressiva, o Dia da Internet Segura, realizado em 55 países nesta terça-feira (9), teve o tema “pense antes de postar”, com um alerta sobre os perigos das informações que são divulgadas de forma irresponsável na web.

Consequências extremas

Um exemplo bastante conhecido sobre as conseqüências negativas e extremas do cyberbullying é o da jovem Megan Meier, que se suicidou nos Estados Unidos em 2006, aos 13 anos. A responsável pela intimidação virtual da jovem foi Lori Drew, de 49 anos. Ela criou um perfil falso no MySpace de um jovem de 16 anos para humilhar Megan, que teria espalhado boatos sobre sua filha. Ambas eram vizinhas e frequentavam a mesma escola em St. Louis, no Estado do Missouri.

Megan tinha histórico de depressão e passou a trocar mensagens com o "rapaz", que dizia ter acabado de se mudar para o mesmo bairro. Meses depois, o falso jovem rompeu a amizade virtual com Megan, em uma mensagem que dizia que "o mundo ficaria melhor sem ela". Em seguida, a jovem se enforcou.

Brasil

O Brasil não tem casos tão emblemáticos, mas a prática do cyberbullying também é comum por aqui. Comunidades e perfis falsos no Orkut, contas fraudulentas no Twitter e blogs anônimos são algumas das formas encontradas pelos agressores virtuais para atormentar suas vítimas.

Com informações da UOL
Publicado por Todos contra essa violência! | 15 Mai 2009 - 09:54 | 0 Comentários comentários
DIGA NÃO AO BULLYING

Exemplo de superação

Daniela Vuoto é gaúcha de 23 anos, que já sofreu bullying. Mas, guerreira, superou essa faze de sua vida,não só isso, hoje se empenha em fazer com que o bullying seja conhecido e combatido.

Tudo começou quando na pré-escola, incomodada com o tratamento recebido por alguns coleguinhas, ela os defendia. Não tardou para que se voltassem também contra ela. Foi perseguida por ajudar quem era humilhado, e logo depois, por que era loira, muita branca, e ainda por tirar boas notas.

Ao mesmo tempo que essas perseguições se tornaram frequentes na escola, perdeu seu avô e sua família passava por sérias dificuldades financeiras. Quando resolveu mudar de escola aos 14 anos. No entatanto a mudança não foi próspera como esperava. Achava que a mudança seria um recomeço, e não sofreria mais. "Isso foi um grande engano. Aquela escola foi um pesadelo: lá, eu era vista como assombração, as pessoas me tratavam como se fosse uma verdadeira aberração mesmo. Berravam quando me viam, empurravam, davam muita risada, roubavam coisas, e o pior: alguns professores apoiavam as atitudes dos meus colegas", afirma em depoimento enviado para o blog do Tamanduá.

Ficou na escola até o meio do ano. Em sua terceira tentativa foi feliz, no entanto, o máximo que a escola oferecia era o ensino fundamental. Nessa escola, construiu duas amizades. No ano seguinte mais duas. Logo uma das amigas começou a comentar com Daniele o quanto as outras falavam negativamente dela.

Daniele, sem dizer quem a tinha revelado os comentários, não aguentou e foi tirar satisfação com as amigas, que afirmaram que ela estava mentindo. Assim as amigas se afastaram e a amiga que a confidenciou, continuou integrando o grupo e também a excluiu . Ela percebeu que tudo tinha sido combiando para que todas parassem de integrar o mesmo grupo, pois estavam sendo mal faladas por andarem com a moça.

Com isso se deprimiu mais ainda. " Eu ia caminhando até a escola, e parei de olhar ao atravessar a rua. Para mim, morrer seria lucro. Passei a comer menos, a me cortar e ver tudo como uma possível arma para acabar o sofrimento. Nas férias de inverno me fechei mais ainda, não poderia voltar para escola nenhuma".

Os pais de Daniele, buscaram ajuda profissional, no mesmo ano. No ano seguinte Daniele conheceu Rafael, seu atual noivo. Seu companheiro durante todo o tratamento. Em conversa com ele estalou a ideia de ela, com sua história, poder ajudar outros estudantes, que assim como ela, em algum momento tentou tirar a vida para acabar com o sofrimento, uns tiveram sucesso outros não.

Ela decidiu que seria dela, a missão de disseminar o que é Bullying e suas consequencias. Foi quando teve a idéia do blog, a forma que encontrou para ajudar e alertar pais e professores. Hoje, Daniele Vuoto faz faculdade de pedagogia na ULBRA (Canoas-RS). Já foi convidada para 18 matérias, em renomados veículos jornalísticos, e é noiva do seu Rafael.
Publicado por Todos contra essa violência! | 05 Mai 2009 - 15:13 | 0 Comentários comentários
DIGA NÃO AO BULLYING

Chega de intimidação! Diga não ao bullying

Para quem pensa que taxar colegas e conhecidos por seus defeitos físicos ou psicológicos está apenas no plano das brincadeiras, engana-se! Por vezes rotular conhecidos e desconhecidos parece algo natural ou até engraçado, tanto para quem faz como para quem assiste. No entanto, podemos caracterizar essa ação como bullying.

O termo bullying advém da palavra inglesa bully, que em português quer dizer "valentão". De acordo com a socióloga e professora, Erotilde Honório este fenômeno pode ser definido como qualquer tipo de constrangimento que um indivíduo pode sofrer ou praticar. Essa ameaça pode ser realizada por um ou mais indivíduos, bem como ser física ou verbal.

Freqüentemente, bullying é associado ao ambiente escolar, local onde acontecem os primeiros passos de socialização entre os indivíduos. No entanto, esta descriminação está suscetível a acontecer em qualquer segmento da sociedade. “O bullying ocorre, por exemplo, no ambiente de trabalho (workplace bullying, ou assédio moral, como vem sendo chamado no Brasil). Na internet, cada vez mais frequente (cyber bullying) ou através do telefone celular (mobile bullying)”, afirma o secretário executivo da Abrapia (Associação Brasileira Multiprofissional de proteção a infância e a adolescência), Lauro Monteiro.

A Abrapia, com o apoio financeiro da Petrobras e em parceria com o IBGE (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) e Secretária Municipal de educação do Rio de Janeiro tem se dedicado a estudar e divulgar as ações de bullying desde 2001. Para tanto foi realizado uma pesquisa que integrou nove escolas públicas e duas escolas particulares. Dos 5.482 alunos entrevistados foi constatado que, 40,5% desses afirmam ter tido envolvimento direto com a prática do Bullying. Desses, 17% são vítimas, 11% são vítimas agressoras e 13% são agressores.

O bullying não restringe sexo, raça, idade ou classe social. Qualquer indivíduo está exposto a estas ações, basta apenas, que aos olhos da sociedade esses sejam considerados “fora do padrão”. Para Monteiro, as atitudes de bullying mais comuns são “ofensas verbais, humilhações, exclusões e discriminações, podendo envolver também agressões físicas e sexuais”. Dentre os tipos de bullying o que predomina é ação de apelidar com 54,2% do total, de acordo com a pesquisa citada.

Para Erotilde, a causa desse distúrbio social provém, principalmente, da instabilidade na estrutura familiar. Em um segundo momento entra a escola, que não estaria preparada para suprir essa carência deixada pelo primeiro pilar. “Por vezes a escola não tem estrutura para concluir sua primeira tarefa que é educar, não pode assim contribuir também para a formação de caráter”, afirma.

Em um terceiro momento a sociedade junto com os órgãos e instituições responsáveis, fecham e recomeçam o ciclo, que se tornam culpados por não oferecer ambientes e situações que desestimule a sociedade a essa prática.

O ápice desse comportamento é o que vemos nas manchetes dos noticiários. O comportamento insano de indivíduos que, justificam através do bullying, suas atitudes desequilibradas de disparar armas de fogo contra pessoas inocentes e, na maioria dos casos, desfecham tirando a própria vida, afirma Erotilde.

O Blog do Tamanduá levanta a bandeira contra bullying. Para isso organizou uma campanha que tem como objetivo principal ser um canal para que as pessoas que sofre, pratica ou ao menos presencia essa violência deixe aqui seu relato.

Agora que você já sabe o que é, exponha AQUI seu relato se praticou ou sofreu bullying.
BUSCAR
ARQUIVO
ENQUETE

O salário mínimo poderá chegar no ano que vem a R$ 538,15, o que você acha?

Bom, o aumento corresponde a realidade do país

Ruim, está no limite da expectativa de sobrevivência

MAIS BUSCADOS
nazareno site beleza cofrinho moda canoa quebrada band design festa Protesto mp7 juca macarrão ceará jornalismo dubai otavio mesquita photoshop mulher Carl Warner Twitter meias meias decoradas Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite purcaru Proteger o carro Dilma rousseff bahia gripe+suina Clarice Lispector jiu jitsu feminize brasil fashion gisele bunchen gripe Marconi gripe suina bem vindo teste seja um idiota